Algumas vezes me pego pensando "Será que tudo que aprendo, que penso caberá na minha cabeça?"
Pensamentos, ideias, informações, questionamentos, reflexões... esse é um espaço pra compartilhar tudo isso e um pouco mais. Dividir meus pensamentos com outras pessoas...
Razão, sentimento, comportamento, relações, meio ambiente, sustentabilidade, cultura, política, ética, etc, esse é o "liquidificador de ideias".
Uma das últimas realizações do Coletivo Socioambiental foi o Cine Debate: Sustentabilidade, um sonho possível. Foi um prazer fazer o cine debate, desde o GT de planejamento até mesmo os 3 dias do evento, o clima foi leve, gostoso e sem dúvida muito produtivo. Pudemos conhecer pessoas ótimas, entre os convidados e os participantes o envolvimento de todos foi muito positivo. A programação foi pensada para trazer aos participantes esferas da sustentabilidade na maioria das vezes, deixada de lado, como as relações de poder, economia, ética, alienação entre outros.
Em cada noite houve a apresentação de um esquete teatral, com peças curtas, que traziam exemplos de ações que podemos ter no nosso dia a dia para melhorar o ambiente em que vivemos.
O evento que foi gratuito e aberto para toda população, teve a participação de cerca de 120 pessoas por noite, que puderam acompanhar a exibição dos filmes e as considerações dos convidados, tendo como destaque positivo a qualidade do debate, tanto nos questionamentos e opiniões do publico participante, como nas explanações dos convidados. Na última noite o designer de sustentabilidade e especialista em ecovilas Victor Ades, destacou a qualidade do evento, informando que um dos vídeos exibidos, “Criança a alma do negócio”, será um dos materiais que ele apresentara em sua participação na COP 15, em Copenhague, que ocorrerá em dezembro próximo, indicando que os temas abordados no Cine debate estão seguindo as tendências mundiais no que se refere à sustentabilidade. O sucesso desse evento atribui-se ao trabalho voluntário e as parcerias bem sucedidas do Coletivo Socioambiental.
O LOCAL - San Clemente del Tuyú, Argentina. San Clemente del Tuyú é a primeira cidade litorânea da província de Buenos Aires, muito frequentada no verão pelos argentinos. A cidade é pequena e acolhedora, com uma paisagem totalmente diferente porque o bioma dessa região é pampa, com campos de pastos muitos planos e pouquíssimas árvores. Cheguei ao Aeroporto de Ezeiza pela manhã do dia 16/9, de lá fui para San Clemente, uma viajem de quase 4 h de carro. Quem me levou foi o simpático motorista, Sr. Fernando, que me descreveu muitas coisas sobre a Argentina e aproveitei pra praticar bastante meu espanhol durante a viagem. Para aproximar minha lembrança a vocês, San Clemente del Tuyú me lembra Caraguatatuba, grandes praias, hotéis e comércio simples, ruas de asfalto e ruas de areia. Lá existe o hábito da "cesta", os comércios fecham durante a tarde... uma novidade que pegou os brasileiros desavisados, chegamos com muita fome e não tinha nenhum lugar aberto, nem mesmo supermercado. Agora, a característica mais marcante da cidade é o FRIO... gente, muito frio nesse lugar. Praia + chuva + frio = San Clemente del Tuyú.
O CONGRESSO O VI Congresso Iberoamericano de Educação Ambiental aconteceu entre os dias 16 a 19 de Setembro de 2009 e contou com a participação de representantes de 24 países da América Latina e Península Ibérica. Foi a segunda vez que participei desse congresso, em 2006 estive em Joinvile- SC. A programação do congresso se organizou da seguinte forma: pela manhã tínhamos as conferências principais e pela tarde, mesas redondas e oficinas de apresentação de trabalhos.
Participei de todas as conferências principais que foram presididas por renomados especialistas latino-americanos e espanhóis, nomes como Enrique Leff, Carlos Galano, José Antonio Caride Gómez, Eloísa Trellez, Edgar Gonzáles Gaudino, Dimas Floriani entre outros. De uma forma geral as conferências principais trataram de políticas públicas para educação ambiental, de estratégias metodológicas e pedagógicas e perspectivas das contribuições da América Latina para a cidadania ambiental planetária. As mesas redondas foram uma ótima oportunidade de aproximação das idéias com diferentes pesquisadores da área da educação ambiental. De uma forma geral as considerações dos conferencistas que mais marcaram foram as que se referiam as práticas de educação, não somente como educação ambiental, mas sim da necessidade de uma racionalidade critica, na qual as escolas recriem a cultura e não simplesmente transmitam modelos. Alguns questionamentos pertinentes para acompanhar nossas ações e planejamentos: De que educação estamos falando? Educação para qual sociedade? De onde viemos? O que temos feito? O que podemos fazer? Todos os expositores destacaram a necessidade do debate de questões complexas, não é possível falar sobre meio ambiente de um modo simplificado pois corremos o risco de ficar na superficialidade do tema e não levar as pessoas a compreender os porquês, as raízes das questões para aí sim pensar em soluções adequadas. Outro ponto destacado foi a coerência: de nada nos serve a melhor programação pedagógica se não fizermos com que os alunos acreditem e confiem nos professores, e para isso é preciso que as coisas que fazemos sejam o reflexo do que pensamos e falamos. Enviei dois projetos realizados pela Sala Verde Pindorama e felizmente foram selecionados para serem apresentados como painel nesse congresso, um deles tratando de educação ambiental formal com o tema “Gerenciadores: uma estratégia de aproximação e descentralização no desenvolvimento de projetos de educação ambiental” na oficina de Educação Ambiental em Gestão e Políticas Públicas e o outro na linha de educação ambiental não formal com o trabalho denominado “Sala Verde Pindorama: um impulso nas atividades de Coletivos Educadores na região bragantina” na oficina de Educação Ambiental e Organizações Comunitárias. Entre os projetos desenvolvidos em países como Uruguai, Chile, México, Espanha e Argentina, as apresentações das atividades realizadas em Bragança Paulista tiveram destaque pelo apoio do poder público para a realização das ações assim como a articulação entre os diferentes setores da sociedade e a abertura para a participação da comunidade.
¡Holla amigos! Acabei de voltar da Argentina, de San Clemente del Tuyú onde participei do VI Congresso Iberoamericano de Educação Ambiental representando a Sala Verde Pindorama.
Neste post vou compartilhar minha aventuras em terras argentinas...
Todas vez que eu ouço o Hino Nacional Brasileiro meu coração palpita mais forte...é uma das músicas mais bonitas que conheço!
Essa semana foi bizarro ouvir a "versão da Vanusa" para nosso Hino Nacional. O que significa isso... gente, enquanto eu ouvia, eu ria sem acreditar no que eu estava ouvindo, como isso foi possivel? A infeliz estava com a letra da música na frente e conseguiu fazer aquela kgada!
O sentimento que me envolve é uma mistura de vergonha, risos incontroláveis e dúvida: a que se deve essa tosca versão do hino?
Todos os dias ouvimos, vemos e lemos muitas coisas, e não prestamos atenção na maioria delas, por que não vem de encontro com o que estamos pensando no momento. Outro dia desses, li uma frase que chamou muito a minha atenção: "Seja a mudança que deseja ver no mundo" - Gandhi Pense nisso!
Logo que criei o meu blog, fiz uma pesquisa com os visitantes no qual eu perguntava o seguinte: "Você, que se chama Maria como eu, gosta do seu nome?"
Todos qua participaram votaram que sim, que gostam de se chamar Maria. Fiquei muito feliz com esse resultado porque EU ADORO ME CHAMAR MARIA!!!!!
Minha mãe não gosta muito que me chamem só de Maria, antigamente quando alguem ligava em casa e dizia "- Por favor, queria falar com a Maria?" ela respondia "- Ah, você quer falar com a Maria Cristina? Só um momento que vou chamar." rsrsrsrs, ela não perdia uma oportunidade de defender o nome escolhido por ela... Maria Cristina.
Mas eu, não ligo não; inclusive gosto muito de ser chamada de Maria.
Agora, existem algumas dificulfdades que nós "Marias" encontramos por causa do nome, como por exemplo, quando vamos a algum evento e temos que enfrentar a fila da letra M, e em alguns lugares tem até uma fila específica pra Maria..., mas diz aí, qual outro nome tem uma fila individual? Qual??? rsrsrs isso é que é ibope.... importante esse nome, né? rsrsrs
Fazendo algumas pesquisas encontrei o significado do nome Maria: Hebraico, significa senhora soberana. Nome que indica serenidade, força vital e vontade de viver. Por vezes são forçadas a pedir auxílio para resolução dos muitos problemas que tem de enfrentar na vida e para agüentar a dor. Consideram o dinheiro necessário, mas não essencial. Do hebraico "amargura, mágoa, soberana". (Fonte: http://www.portalbrasil.net/nomes/m.htm)
Tamanha a importancâa de nosso nome, olha só a quantidade de músicas que falam sobre Maria:
- MARIA (Ary Barroso/Luis Peixoto) "Maria / o teu nome principia / na palma da minha mão / e cabe bem direitinho / dentro do meu coração" - Maria, Maria (Milton Nascimento/Fernando Brant) - Maria, minha fé (Milton Nascimento)
- Maria Solidária (Milton Nascimento/Fernando Brant)
- Olha Maria (Chico Buarque/Tom Jobim/Vinicius de Moraes)
- Não fala de Maria (Chico Buarque)
- Simplesmente Maria (Paulinho da Viola)
- Certa Maria (Ciro Monteiro/Vinicius de Moraes)
- Maria que é triste (Maysa/Simonetti) - Maysa
- Por onde andará Maria? (Adoniran Barbosa/Raguinho)
- Maria Boa (Assis Valente) - Lata D'água (Luís Antônio/Jota Júnior)
- O Destino de Maria (Guará/Reinaldo Vilar/Jorginho) - Almir Guineto
- Seu nome não é Maria (Ismael Netto/Nestor de Holanda) - Os Cariocas
- Avisa a Maria que amanhã tem baile (Haroldo Lobo/Milton de Oliveira)
- Eu e dona Maria (Marco Antônio) - Jackson do Pandeiro
- Cadê Maria (Miltinho/Paulo Cesar Pinheiro) - Miltinho
Entre todas essas músicas, as que eu mais gosto são duas que tem o mesmo nome: Maria Maria, uma nacional de Milton Nascimento, e outra internacional de Carlos Santana.
Gosto da Maria Maria do Milton pela letra, que fala sobre a força das Marias e a do Carlos Santana pelo ritmo latino, pela batida e musicalidade, é um estilo "calliente".
Alguem já imaginou que seria possível fazer turismo em Tuiuti -SP ? Pois é, nesse final de semana eu e minhas amigas do trabalho fizemos um passeio muito gostoso - eu, Cris Russo, Patricia, Clarice e sua netinha Giulia fomos convidadas pela Cecília para passar o dia em sua casa, uma agradável chácara em Tuiuti. Tomamos um delicioso café da manhã, e depois a Cecília, como uma ótima anfitriã, nos levou fazer um passeio até o lago da cidade, nos apresentou "todos" os principais locais. Preparamos um delilcioso almoço e curtimos o resto da tarde...
Foi um sábado daqueles que a gente sempre imagina ser perfeito pra um passeio ao ar livre, céu azul sem núvens, um calorzinho gostoso, uma cervejinha gelada, uma bela paisagem e companhia divertida ao nosso lado... que beleza...