Algumas vezes me pego pensando "Será que tudo que aprendo, que penso caberá na minha cabeça?" Pensamentos, ideias, informações, questionamentos, reflexões... esse é um espaço pra compartilhar tudo isso e um pouco mais. Dividir meus pensamentos com outras pessoas... Razão, sentimento, comportamento, relações, meio ambiente, sustentabilidade, cultura, política, ética, etc, esse é o "liquidificador de ideias".
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Chuvas de janeiro
Ruas, casas e comércios invadidos pela água da chuva, somada a água dos ribeirões e do Rio Jaguary. Na semana passada estive ajudando amigos residentes na Av. José Gomes da Rocha Leal a contabilizar as perdas e fazer a limpeza dos espaços que foram invadidos pelo ribeirão Lavapés.
Os por quês dos problemas relacionados às enchentes não podem ser vistos de maneira simplistas, considerando um ou outro motivo, trata-se de uma conjunção de fatores.
Em primeiro lugar está o grande volume de chuvas que tem caído em nossa região, esse é um dos principais fatores, mas não está sozinho. O uso e ocupação do solo de forma irregular é um fator de interferência direta que acompanha uma boa dose de história, uma história que se repete na grande maioria das cidades brasileiras: a falta de planejamento e de visão do todo. Impermeabilização de áreas, desmatamento, lixo, assoreamentos são exemplos da falta de entendimento do todo quando deve-se consider causas e consequências.
As cheias do Rio Jaguary também devem ter nossa atenção. Sabemos de todos os impactos históricos da construção da barragem da Sabesp, que faz parte do Sistema Cantareira, como a diminuição da vazão e consequentemente as mudanças na estrutura física das margens, assim como impactos sócio-econômicos. A abertura das comportas tem um impacto bastante significativo, e ao analisarmos os números conseguimos ter a proporção dos impactos: a vazão normal do Rio Jaguary na saída da barragem seguia uma média de 2,5 m3 /s; na semana passada estava em 40 m3 /s, hoje está em 80 m3 /s. A título de informação, 1 m3 equivale a 1000 litros.
Uma das chaves disso tudo isso está numa expectativa de “estabilidade”, que nós seres humanos temos, é uma falsa ideia de constância pois em um planeta tão dinâmico como a Terra, temos que estar preparados para o desconhecido, ou simplesmente, para o esquecido.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Participação no Programa Unimed e Você, socializando os resultados da pesquisa de opinião sobre meio ambiente em Bragança Paulista - SP
É importante lembrar que a Unimed Bragança é um importante parceiro nas atividades do Coletivo Socioambiental de Braganá Paulista. O resultado completo da pesquisa está disponivel no site www.coletivobraganca.com.br.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Participação no 4ª CPEASUL
Dois projetos da Sala Verde foram aprovados para apresentação de painéis nesse congresso, um deles tratando de educação ambiental formal com o tema “Gerenciadores: uma estratégia de aproximação e descentralização no desenvolvimento de projetos de educação ambiental” e o outro na linha de educação ambiental não formal com o trabalho denominado “Sala Verde Pindorama: um impulso nas atividades de Coletivos Educadores na região bragantina”, durante a apresentação dos painéis pudemos relatar sobre as atividades realizadas em nosso Município no que se refere à educação ambiental e trocar experiências com outros participantes o que é muito importante, pois, ampliam as possibilidades de ações que estão sendo realizadas e a potencialidade de outras que podem ser reproduzidas em nossa região.
Entre os projetos apresentados no referido congresso, os painéis das atividades realizadas em Bragança Paulista tiveram destaque pelo apoio do poder público para a realização das ações, a construção de Projetos de Educação Ambiental envolvendo um grande número de escolas, a quantidade de atividades práticas realizadas, a articulação entre os diferentes setores da sociedade e a abertura para a participação da comunidade, através do Coletivo Socioambiental de Bragança Paulista, em um cenário democrático e participativo, como uma ferramenta essencial na construção ativa da cidadania ambiental.
Ao participar de eventos tais como esse, divulgando as experiências de novos projetos, Bragança vai marcando presença no cenário ambiental nacional, construindo sua história, e se constituindo como referencia de Educação Ambiental entre os municípios da região.
A participação da Sala Verde Pindorama foi importante, pois estavam presentes representantes dos órgãos federais, em se tratando de Educação Ambiental: Claudison Rodrigues de Vasconcellos da Diretoria de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e Raquel Trajber da Coordenadoria Geral de Educação Ambiental do MEC, presentes também importantes pesquisadores e autores de textos utilizados nas atividades da Sala Verde, como Isabel Carvalho – PUCRS, Antonio Fernando S. Guerra – UNIVALI, Luiz Marcelo de Carvalho – UNESP, Valdo Barcelos- UFSM, Luiz Marcelo de Carvalho- UNESP, dentre outros.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Você pode usar uma, duas ou até três folhas de jornal juntas, para que o saquinho fique mais resistente. Tudo no origami começa com um quadrado, então faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca. Você terá dobrado uma aba equivalente a um quarto da página da direita, e assim terá um quadrado.

Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo, e mantenha sua base para baixo.
Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda.
Vire a dobradura "de barriga para baixo", escondendo a aba que você acabou de dobrar.
Novamente dobre a ponta da direita até a lateral esquerda, e você terá a seguinte figura:
Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.

Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação.

Se tudo deu certo, essa é a cara final da dobradura:
