O ano de 2011 está sendo considerado pela ONU como o “Ano Internacional das Florestas”.
As florestas representam 31% da cobertura terrestre do planeta, servindo de abrigo para 300 milhões de pessoas de todo o mundo e, ainda, garantindo, de forma direta, a sobrevivência de 1,6 bilhões de seres humanos e 80% da biodiversidade terrestre. Por serem tão importantes para o planeta e com o objetivo de alertar todo o mundo para a necessidade de conservá-las a ONU declarou que 2011 será o Ano Internacional das Florestas, uma tentativa de que elas sejam mais preservadas e valorizadas.
A idéia é promover durante os próximos 12 meses ações que incentivem a conservação e a gestão sustentável de todos os tipos de floresta , mostrando a todos que a exploração das matas sem um manejo sustentável pode causar uma série de prejuízos para o planeta. Entre eles, a perda da biodiversidade, o agravamento das mudanças climáticas, o incentivo a atividades econômicas ilegais, como a caça de animais, o estímulo a assentamentos clandestinos e a ameaça à própria vida humana.
O Brasil, possuidor de grande parte de florestas do mundo, conta com biomas como: Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa, sendo a Amazônia o de maior extensão, com 49,29% do território brasileiro. (dados do Mapa Biomas do Brasil, IBGE, 2004)
As florestas estão sendo destruídas a uma taxa alarmante para dar lugar a pastagens, plantações, mineração e expansão de áreas urbanas. Com isso estamos destruindo nossa própria capacidade de sobreviver, pois além dos serviços vitais para os humanos, as florestas têm potencial econômico, de prevenção de erosão e, ainda, de absorção do carbono, gás que contribui para o aquecimento global.
Para o fornecimento de água, elas também são essenciais. Cerca de três quartos da água doce acessível do mundo vêm de vertentes florestais. Além disso, dois terços de todas as maiores cidades de países em desenvolvimento dependem de uma floresta em sua proximidade para o suprimento de água limpa. Ainda chamamos a atenção para a contribuição das florestas para a estabilização do clima.
A representação de 2011 como o Ano Internacional das Florestas coloca no foco da discussão de todo o mundo, desde os cidadãos, a mídia, até os agentes de políticas públicas para proteger as florestas, ou fazendo-se cumprir as legislações, ou criando novos instrumentos assumindo uma responsabilidade que é de todos.
Algumas vezes me pego pensando "Será que tudo que aprendo, que penso caberá na minha cabeça?" Pensamentos, ideias, informações, questionamentos, reflexões... esse é um espaço pra compartilhar tudo isso e um pouco mais. Dividir meus pensamentos com outras pessoas... Razão, sentimento, comportamento, relações, meio ambiente, sustentabilidade, cultura, política, ética, etc, esse é o "liquidificador de ideias".
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Curiosidades sobre o ano de 2011
Sempre gostei muito do número 11. Segundo a numerologia, meu numero é 8, mas minha relação com o número 11 sempre foi muito forte, eu o escolhi... sendo assim na verdade o 11 é o meu número.
As curiosidades sobre o ano de 2011 são incriveis, leiam e confiram!
Este ano teremos 4 datas muito fora do comum... 1/1/11, 1/11/11, 11/1/11, 11/11/11 ...
AGORA tente entender isto.... separe os 2 últimos números do ano em que você nasceu
e some com o número da idade que você fará êste ano... O TOTAL SERÁ 111...
POR EXEMPLO: nasci em 1940 (os 2 últimos dígitos: 40 )
Mais a idade de meu próximo aniversário: 71
40 + 71 = 111
AGORA TENTE VOCÊ.... NÃO DÁ PRA ENTENDER, NÃO É MESMO.,,.,.
MISTERIO????
bacana né?
As curiosidades sobre o ano de 2011 são incriveis, leiam e confiram!
Este ano teremos 4 datas muito fora do comum... 1/1/11, 1/11/11, 11/1/11, 11/11/11 ...
AGORA tente entender isto.... separe os 2 últimos números do ano em que você nasceu
e some com o número da idade que você fará êste ano... O TOTAL SERÁ 111...
POR EXEMPLO: nasci em 1940 (os 2 últimos dígitos: 40 )
Mais a idade de meu próximo aniversário: 71
40 + 71 = 111
AGORA TENTE VOCÊ.... NÃO DÁ PRA ENTENDER, NÃO É MESMO.,,.,.
MISTERIO????
bacana né?
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Chuvas de janeiro
As chuvas intensas têm sido a principal característica do início do mês de Janeiro dos últimos anos. Infelizmente este ano não foi diferente, em várias regiões do Brasil a chuva intensa tem castigado muitas cidades, e em Bragança Paulista isso não tem sido diferente.
Ruas, casas e comércios invadidos pela água da chuva, somada a água dos ribeirões e do Rio Jaguary. Na semana passada estive ajudando amigos residentes na Av. José Gomes da Rocha Leal a contabilizar as perdas e fazer a limpeza dos espaços que foram invadidos pelo ribeirão Lavapés.
Os por quês dos problemas relacionados às enchentes não podem ser vistos de maneira simplistas, considerando um ou outro motivo, trata-se de uma conjunção de fatores.
Em primeiro lugar está o grande volume de chuvas que tem caído em nossa região, esse é um dos principais fatores, mas não está sozinho. O uso e ocupação do solo de forma irregular é um fator de interferência direta que acompanha uma boa dose de história, uma história que se repete na grande maioria das cidades brasileiras: a falta de planejamento e de visão do todo. Impermeabilização de áreas, desmatamento, lixo, assoreamentos são exemplos da falta de entendimento do todo quando deve-se consider causas e consequências.
As cheias do Rio Jaguary também devem ter nossa atenção. Sabemos de todos os impactos históricos da construção da barragem da Sabesp, que faz parte do Sistema Cantareira, como a diminuição da vazão e consequentemente as mudanças na estrutura física das margens, assim como impactos sócio-econômicos. A abertura das comportas tem um impacto bastante significativo, e ao analisarmos os números conseguimos ter a proporção dos impactos: a vazão normal do Rio Jaguary na saída da barragem seguia uma média de 2,5 m3 /s; na semana passada estava em 40 m3 /s, hoje está em 80 m3 /s. A título de informação, 1 m3 equivale a 1000 litros.
Uma das chaves disso tudo isso está numa expectativa de “estabilidade”, que nós seres humanos temos, é uma falsa ideia de constância pois em um planeta tão dinâmico como a Terra, temos que estar preparados para o desconhecido, ou simplesmente, para o esquecido.
Ruas, casas e comércios invadidos pela água da chuva, somada a água dos ribeirões e do Rio Jaguary. Na semana passada estive ajudando amigos residentes na Av. José Gomes da Rocha Leal a contabilizar as perdas e fazer a limpeza dos espaços que foram invadidos pelo ribeirão Lavapés.
Os por quês dos problemas relacionados às enchentes não podem ser vistos de maneira simplistas, considerando um ou outro motivo, trata-se de uma conjunção de fatores.
Em primeiro lugar está o grande volume de chuvas que tem caído em nossa região, esse é um dos principais fatores, mas não está sozinho. O uso e ocupação do solo de forma irregular é um fator de interferência direta que acompanha uma boa dose de história, uma história que se repete na grande maioria das cidades brasileiras: a falta de planejamento e de visão do todo. Impermeabilização de áreas, desmatamento, lixo, assoreamentos são exemplos da falta de entendimento do todo quando deve-se consider causas e consequências.
As cheias do Rio Jaguary também devem ter nossa atenção. Sabemos de todos os impactos históricos da construção da barragem da Sabesp, que faz parte do Sistema Cantareira, como a diminuição da vazão e consequentemente as mudanças na estrutura física das margens, assim como impactos sócio-econômicos. A abertura das comportas tem um impacto bastante significativo, e ao analisarmos os números conseguimos ter a proporção dos impactos: a vazão normal do Rio Jaguary na saída da barragem seguia uma média de 2,5 m3 /s; na semana passada estava em 40 m3 /s, hoje está em 80 m3 /s. A título de informação, 1 m3 equivale a 1000 litros.
Uma das chaves disso tudo isso está numa expectativa de “estabilidade”, que nós seres humanos temos, é uma falsa ideia de constância pois em um planeta tão dinâmico como a Terra, temos que estar preparados para o desconhecido, ou simplesmente, para o esquecido.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Participação no Programa Unimed e Você, socializando os resultados da pesquisa de opinião sobre meio ambiente em Bragança Paulista - SP
Participei no Programa Unimed e Você, apresentando os resultados da Pesquisa de opinião realizada em 2009 pelo Coletivo Socioambiental de Bragança Paulista sobre a percepção ambiental dos moradores de Bragança Paulista. Pesquisa de opinião: "Sustentabilidade Socioambiental - Meio Ambiente e Você"
É importante lembrar que a Unimed Bragança é um importante parceiro nas atividades do Coletivo Socioambiental de Braganá Paulista. O resultado completo da pesquisa está disponivel no site www.coletivobraganca.com.br.
É importante lembrar que a Unimed Bragança é um importante parceiro nas atividades do Coletivo Socioambiental de Braganá Paulista. O resultado completo da pesquisa está disponivel no site www.coletivobraganca.com.br.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Participação no 4ª CPEASUL
Dia 21 de Setembro a Sala Verde Pindorama comemorou 3 anos de atividades em Educação Ambiental pela Prefeitura Municipal de Bragança Paulista. Marcando esses três anos de trabalho participamos entre os dias 23 a 25 de Setembro do IV Colóquio de Pesquisadores em Educação Ambiental da Região Sul (CPEASUL), que foi realizado no Balneário Comboriú, em Santa Catarina.
Dois projetos da Sala Verde foram aprovados para apresentação de painéis nesse congresso, um deles tratando de educação ambiental formal com o tema “Gerenciadores: uma estratégia de aproximação e descentralização no desenvolvimento de projetos de educação ambiental” e o outro na linha de educação ambiental não formal com o trabalho denominado “Sala Verde Pindorama: um impulso nas atividades de Coletivos Educadores na região bragantina”, durante a apresentação dos painéis pudemos relatar sobre as atividades realizadas em nosso Município no que se refere à educação ambiental e trocar experiências com outros participantes o que é muito importante, pois, ampliam as possibilidades de ações que estão sendo realizadas e a potencialidade de outras que podem ser reproduzidas em nossa região.
Entre os projetos apresentados no referido congresso, os painéis das atividades realizadas em Bragança Paulista tiveram destaque pelo apoio do poder público para a realização das ações, a construção de Projetos de Educação Ambiental envolvendo um grande número de escolas, a quantidade de atividades práticas realizadas, a articulação entre os diferentes setores da sociedade e a abertura para a participação da comunidade, através do Coletivo Socioambiental de Bragança Paulista, em um cenário democrático e participativo, como uma ferramenta essencial na construção ativa da cidadania ambiental.
Ao participar de eventos tais como esse, divulgando as experiências de novos projetos, Bragança vai marcando presença no cenário ambiental nacional, construindo sua história, e se constituindo como referencia de Educação Ambiental entre os municípios da região.
A participação da Sala Verde Pindorama foi importante, pois estavam presentes representantes dos órgãos federais, em se tratando de Educação Ambiental: Claudison Rodrigues de Vasconcellos da Diretoria de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e Raquel Trajber da Coordenadoria Geral de Educação Ambiental do MEC, presentes também importantes pesquisadores e autores de textos utilizados nas atividades da Sala Verde, como Isabel Carvalho – PUCRS, Antonio Fernando S. Guerra – UNIVALI, Luiz Marcelo de Carvalho – UNESP, Valdo Barcelos- UFSM, Luiz Marcelo de Carvalho- UNESP, dentre outros.
Dois projetos da Sala Verde foram aprovados para apresentação de painéis nesse congresso, um deles tratando de educação ambiental formal com o tema “Gerenciadores: uma estratégia de aproximação e descentralização no desenvolvimento de projetos de educação ambiental” e o outro na linha de educação ambiental não formal com o trabalho denominado “Sala Verde Pindorama: um impulso nas atividades de Coletivos Educadores na região bragantina”, durante a apresentação dos painéis pudemos relatar sobre as atividades realizadas em nosso Município no que se refere à educação ambiental e trocar experiências com outros participantes o que é muito importante, pois, ampliam as possibilidades de ações que estão sendo realizadas e a potencialidade de outras que podem ser reproduzidas em nossa região.
Entre os projetos apresentados no referido congresso, os painéis das atividades realizadas em Bragança Paulista tiveram destaque pelo apoio do poder público para a realização das ações, a construção de Projetos de Educação Ambiental envolvendo um grande número de escolas, a quantidade de atividades práticas realizadas, a articulação entre os diferentes setores da sociedade e a abertura para a participação da comunidade, através do Coletivo Socioambiental de Bragança Paulista, em um cenário democrático e participativo, como uma ferramenta essencial na construção ativa da cidadania ambiental.
Ao participar de eventos tais como esse, divulgando as experiências de novos projetos, Bragança vai marcando presença no cenário ambiental nacional, construindo sua história, e se constituindo como referencia de Educação Ambiental entre os municípios da região.
A participação da Sala Verde Pindorama foi importante, pois estavam presentes representantes dos órgãos federais, em se tratando de Educação Ambiental: Claudison Rodrigues de Vasconcellos da Diretoria de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e Raquel Trajber da Coordenadoria Geral de Educação Ambiental do MEC, presentes também importantes pesquisadores e autores de textos utilizados nas atividades da Sala Verde, como Isabel Carvalho – PUCRS, Antonio Fernando S. Guerra – UNIVALI, Luiz Marcelo de Carvalho – UNESP, Valdo Barcelos- UFSM, Luiz Marcelo de Carvalho- UNESP, dentre outros.
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